João Gorgulho, DDC Group em 2025-9-16
Quando falo em “Mobility & Workplace”, não me refiro apenas a computadores portáteis ou salas de reunião cheias de tecnologia. Penso num ecossistema de trabalho que já não tem um ponto fixo: pode ser o escritório, a casa, o aeroporto ou até um café. Esta mobilidade trouxe flexibilidade e liberdade, mas também expôs fragilidades. Entre elas, uma que nos preocupa em particular no grupo Digital Data Communications: as condições físicas e ergonómicas em que trabalhamos
João Gorgulho, DDC Group
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O custo invísivel da falta de ergonomia A ergonomia ainda é muitas vezes vista como um detalhe estético ou secundário. Mas os números contam outra história. Segundo dados europeus, cerca de 60% dos trabalhadores sofre de dores musculoesqueléticas relacionadas com o trabalho. Estudos indicam que estas situações estão entre as principais causas de absentismo laboral, representando mais de 50% dos dias de baixa por doença. Traduzindo para números concretos: um colaborador que falte em média 7 dias por ano devido a problemas de saúde relacionados com postura, iluminação ou stress físico representa uma perda de cerca de 1.000€ a 1.200€ por ano em custos diretos (salários, substituições, horas não produzidas). Numa empresa com 100 trabalhadores, estamos a falar de um impacto anual que pode ultrapassar os 100 mil euros. Isto sem contar com a chamada “presenteeism” quando o funcionário está presente mas trabalha a metade da capacidade devido a dores ou fadiga. Esse custo oculto pode ser ainda maior. Ergonomia como investimento, não como luxoÉ por isso que defendemos que investir em cadeiras ergonómicas, secretárias motorizadas, suportes de monitor ou iluminação correta não é luxo, é estratégia. Uma cadeira como as Equip 65105x ou uma estrutura de secretária ajustável podem reduzir drasticamente as horas perdidas e aumentar a energia dos colaboradores. Pequenas melhorias multiplicam-se em grandes resultados: se cada trabalhador ganhar apenas 30 minutos de produtividade por dia graças a melhores condições, ao fim de um ano equivale a mais de 20 dias de trabalho adicionais por pessoa. Agora imagine o que isso significa em escala para toda a empresa. Mobilidade que simplificaMobilidade não é apenas carregar um portátil. É criar um ambiente em que a transição entre locais seja fluida e sem stress. Docking stations como a Conceptronic DONN30B permitem ligar tudo com um só gesto, estações de carregamento como a OZUL06BE eliminam a ansiedade da bateria fraca, auscultadores bluetooth, com cancelamento de ruidos, garantem comunicação clara em reuniões híbridas. Cada um destes elementos contribui para reduzir interrupções, frustrações e tempo perdido. Produtividade é também saúdeNa minha experiência, a verdadeira produtividade não vem de mais horas de trabalho, mas de menos desperdício. E desperdício é quando perdemos tempo com dores de costas, cabos “emaranhados”, falta de energia ou dificuldade em colaborar. Acredito que o papel das empresas hoje é oferecer condições que permitam às pessoas trabalhar sem desgaste. Isso não só aumenta a eficiência, como também reforça a motivação e reduz a rotatividade. Afinal, quem se sente bem no trabalho tende a ficar mais tempo e a dar mais de si. O futuro é híbrido, inteligente e humano“Mobility & Workplace” não é apenas sobre tecnologia; é sobre pessoas. Investir em ergonomia, mobilidade e conectividade inteligente é investir na saúde, no bem-estar e no futuro da empresa. As soluções da Equip e da Conceptronic mostram que é possível simplificar o trabalho e multiplicar os resultados. No final, temos sempre duas opções: ignorar o impacto invisível das más condições de trabalho e pagar a fatura em perdas anuais, ou antecipar, investir e colher os frutos de equipas mais saudáveis, motivadas e produtivas.
Conteúdo co-produzido pela MediaNext e pela DDC Group |
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