2025-7-17
A constante transformação e aceleração do digital tem obrigado as organizações a utilizarem vários modelos cloud que, por vezes, não respondem de forma objetiva e rentável aos seus desafios e obrigações
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A agilidade, flexibilidade e velocidade dos modelos cloud, sejam privados, híbridos ou multicloud respondem, maioritariamente às exigências atuais dos negócios, que, cada vez mais, precisam de consumir serviços de forma flexível e rápida. No entanto, questões como a soberania dos dados e controlo sobre as operações são aspetos críticos na gestão do risco e devem ser consideradas na definição das estratégias a adotar. Até às recentes alterações Geopolíticas, as questões de privacidade e soberania dos dados estavam intimamente ligadas à cloud privada. Hoje, essa preocupação estende-se também aos modelos de cloud híbrida e multicloud. É fundamental definir uma estratégia global de adoção de modelos cloud que garanta os requisitos e as especificidades de negócio, de modo a gerir os riscos associados ao negócio de cada organização. Essas necessidades específicas devem ter por base a criticidade dos workloads, a privacidade, a soberania dos dados, a soberania das operações dos cloud providers, a segurança, etc. Adicionalmente, deve ser avaliada a componente do “vendor lock-in”, isto é, o negócio ficar refém de fornecedores de serviços. Esta situação deve ser evitada sempre que possível, apesar de, em algumas situações, as vantagens poderem ser superiores ao risco. É fácil perceber que à medida que o nível de maturidade dos Sistemas e Tecnologias de Informação das organizações aumenta, a utilização de serviços cloud em vários cloud providers (incluindo cloud privada) também aumenta, incrementado o risco de uma forma global. É necessário promover a mobilidade entre os vários cloud providers, sem lock-in, baseada em soluções que permitam a interoperabilidade entre clouds. Os benefícios para as organizações, traduzem-se no aumento de confiança, inovação, segurança e consequente redução de custos. Acrescem ainda questões muito importantes: como ser ágil e veloz sem comprometer a segurança e a privacidade? Quais os modelos cloud que melhor servem a minha organização? – a resposta passa por uma análise da maturidade digital e do nível de exposição que cada organização tem no seu ecossistema de negócio, onde os serviços cloud são fundamentais para aproximar as empresas dos seus clientes, garantindo os níveis de segurança e privacidade necessários e suficientes para dar confiança ao negócio. É essencial que cada organização realize, de forma regular, assessments ao seu nível de maturidade, nas componentes de soberania e controlo dos dados, cibersegurança e privacidade. Permitindo, assim, definir quais os serviços cloud a adotar e quais os cloud providers mais adequados à sua realidade. Temos assistido a vários exemplos de organizações que voltaram a ter parte dos seus workloads em ambientes on-premises. Esta decisão deve-se, não só a preocupações com a soberania dos dados, mas também à ausência de uma estratégia e de um plano bem definido para adoção da cloud. Há inúmeros casos de organizações que, ao adotarem soluções cloud sem uma estratégia bem definida, enfrentaram custos muito superiores aos previstos e os ganhos foram bastante inferiores ao esperado. É fundamental perceber que não existe “one cloud provider fits all”. A IP Telecom tem um conjunto de soluções que permitem ajudar as organizações a identificar onde estão as melhores oportunidades de mudança para serviços cloud com o mínimo de impacto, com garantias de soberania e de segurança dos dados, e, principalmente, garantindo que qualquer workload pode ser migrado ou transitado para outro cloud provider sem lock-in e sem custos escondidos de saída. Temos plena consciência que o modelo dos serviços cloud é, e será, híbrido e multicloud.
Conteúdo co-produzido pela MediaNext e pela IP Telecom |
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