2025-11-20
No Cato Xperience Day 2025, a Cato Networks mostrou como o SASE pode simplificar infraestruturas complexas ao combinar rede, segurança e IA numa plataforma unificada que promete transformar a forma como Parceiros de Canal gerem e protegem os seus clientes
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Líderes tecnológicos e Parceiros de Canal reuniram-se no Cato Xperience Day 2025, com o apoio da Arrow, para debater o impacto do SASE na forma como as empresas conectam e protegem as suas infraestruturas. Sob o mote “Liderando a Disrupção do SASE com os nossos Parceiros”, a Cato Networks apresentou a sua abordagem Unified SASE, pensada para integrar rede e segurança numa única plataforma e dar aos Parceiros novas formas de gerar valor num mercado em rápida transformação. As empresas, de acordo com Christophe Lopez-Castel, Area Director of Channel Sales South EMEA da Cato Networks, continuam dependentes de “muitas caixas, muitos vendedores”, o que torna as infraestruturas de IT complexas e difíceis de gerir. Esta fragmentação cria desafios na consolidação de políticas e na visibilidade operacional e o SASE vem simplificar essa realidade, uma vez que, diz, “é uma categoria que define a convergência das capacidades de networking e de segurança num único serviço nativo da cloud”. O responsável realça ainda a oportunidade que surge com a previsão de crescimento do mercado do SASE para cerca de 30 mil milhões de dólares nos próximos três anos e que “50% dos projetos serão conduzidos por um único fornecedor”, o que evidencia o potencial de escala e de liderança que esta tecnologia representa para o Canal. “As oportunidades de mercado são enormes”, revela. Unir rede, segurança e IA numa só plataforma
De acordo com Ángel Arias Baelo, Sales Engineer da Cato Networks Iberia, momentos como o primeiro contacto com a programação, a chegada da Internet e a Inteligência Artificial (IA) mostram como a tecnologia simplifica o quotidiano. “Essa é a missão da Cato”, afirma, explicando que “a ideia é unir rede, segurança e acesso remoto numa só plataforma de gestão”. O responsável menciona casos que mostram esse impacto, como o de uma empresa que “reduziu 20% dos custos de manutenção, 90% do tempo de inatividade e 25% da rotatividade de funcionários” após adotar a plataforma. A Cato Networks distingue-se por ser “a única fornecedora com uma firewall autónoma, nativa na cloud e baseada em micro-serviços”, capaz de aplicar IA em todas as camadas, “da aplicação ao controlo e à gestão”.
Alberto Pérez Cuesta, Channel Account Manager da Cato Networks para a Iberia, também sublinha que o modelo da empresa foi concebido para simplificar a operação dos Parceiros e garantir rentabilidade. A simplicidade, explica, é um princípio estruturante da empresa, já que “a solução parece simples porque a framework foi desenhada para a prograsimplicidade, embora internamente seja muito complexa”. Parceiros no centro da transformação SASEO responsável destaca o papel central dos Parceiros no modelo da Cato Networks, explicando que o Programa de Canal foi concebido para responder a diferentes perfis e necessidades. Para o responsável o passo em frente no Canal não está em adotar o modelo SASE, mas sim na capacidade de unir rede e segurança numa única plataforma. “A chave não é SASE, é Unified”, aponta. O baixo número de pedidos de suporte da Cato Networks reflete a robustez da solução, e o responsável explica que “as pessoas não deixam de contactar o suporte porque não querem, mas porque a solução não falha”. O que, nas suas palavras, garante uma estrutura “clara, concreta e próxima”, capaz de assegurar o sucesso dos Parceiros. Numa demonstração prática da plataforma, os responsáveis mostraram como os Parceiros podem gerir vários clientes e serviços num único painel, criar instâncias e ativar dispositivos. As provas de conceito evidenciaram a configuração automática dos “sockets” e a integração de IA, com um assistente que responde em várias línguas e sugere otimizações de segurança. “Todos esses mercados e oportunidades de negócio vão acabar por convergir em torno do SASE”À medida que as empresas abandonam infraestruturas legacy e procuram consolidar redes e segurança numa única arquitetura, os Parceiros enfrentam o desafio de acompanhar esta transição sem perder capacidade de ação nem lucro. É nesse ponto que a Cato Networks quer posicionar-se, com um Programa de Canal assente em três pilares: educação, rentabilidade e autonomia. À margem do Cato Xperience Day 2025, Christophe Lopez-Castel, Area Director of Channel Sales South EMEA da Cato Networks, explicou que o objetivo passa por preparar o ecossistema para o salto tecnológico e estratégico que o modelo SASE exige. “Somos uma empresa de Canal, o que significa que podemos ter conexão direta com o utilizador, claro, mas trabalhamos 100% do nosso tempo com o nosso Parceiro para instalar o nosso sistema”, afirma. A base técnica da proposta da empresa assenta numa arquitetura cloud concebida para simplificar a gestão e eliminar redundâncias. Christophe Lopez-Castel explica que a Cato Networks foi fundada há cerca de dez anos por Shlomo Kramer e construída sobre três pilares: serviços de rede, serviços de segurança e uma plataforma única que permite administrar todos os elementos de conectividade e proteção a partir de um só ponto. Educação, rentabilidade e autonomia no centro do Canal“Quando falamos de SASE, falamos da transformação da infraestrutura de legacy, de rede e de segurança. O SASE é a convergência de rede e de segurança dentro de uma plataforma nativa na cloud” e esse, referiu, “é o propósito do Cato”. É por isso que a primeira parte do Programa de Canal se dedica em “educar o Parceiro sobre porque é que é importante para um cliente migrar de arquitetura legacy para arquitetura SASE. É tudo sobre educação, estabilidade, para mudar e melhorar a maneira do cliente lidar com o network e a segurança”. Depois da educação, vem a rentabilidade uma vez que, “precisamos de um Programa capaz de melhorar a rentabilidade do Parceiro” e, para isso, “temos muitos mecanismos, como o registo de um acordo, para melhorar. Cada vez que um Parceiro é capaz de trazer um lead ou uma oportunidade, podemos aumentar a rentabilidade”.
O terceiro pilar, que Christophe Lopez-Castel considera o mais diferenciador do modelo da empresa, passa por dar autonomia ao Canal. O responsável explica que “desenvolvemos uma plataforma e arquitetura para permitir ao Parceiro construir todos os serviços que deseja entregar ao utilizador através da Cato”. Na prática, o cliente final adquire os serviços ao Parceiro, mas toda a infraestrutura é suportada pela Cato Networks. Dessa forma, o Parceiro mantém a visibilidade e a relação direta com o cliente, enquanto a Cato Networks garante a base tecnológica que sustenta esses serviços. Novas oportunidadesPara os Parceiros, a principal vantagem está na redução da complexidade operacional. Christophe Lopez-Castel explica que, atualmente, quem gere redes e segurança para um cliente precisa de lidar com vários fabricantes e ferramentas, o que obriga a competências e certificações diferentes e multiplica consolas de gestão. A proposta da Cato Networks vem inverter essa lógica ao concentrar tudo numa única plataforma cloud, porque “para o Parceiro é tudo a mesma ferramenta”. A dimensão do mercado é, segundo o responsável, um incentivo, uma vez que o SASE representa a “convergência entre network e segurança”. “Estamos a falar da convergência de muitos mercados”, acrescenta, “desde o SD-WAN, Next-Gen Firewall, Secure Web Gateway e Intrusion Prevention System”. Neste cenário, “todos esses mercados e oportunidades de negócio vão acabar por convergir, nos próximos anos, em torno do SASE”. O Area Director of Channel Sales South EMEA da Cato Networks alerta que os Parceiros não devem ficar “tímidos” e precisam “sair da sua zona de conforto”, de modo a abandonar a infraestrutura legacy para começarem a pensar em “como uma plataforma de cloud convergente, rede e segurança pode criar um impacto real no mercado”.
Conteúdo co-produzido pela MediaNext e pela Arrow |
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