2025-10-16

VENUE

“As pessoas e os departamentos de IT são cada vez mais estratégicos para o desenvolvimento do negócio”

A HP juntou o seu ecossistema de Parceiros e clientes para dar a conhecer as soluções avançadas de computação que, aliadas com a IA, pretendem contribuir para construir a visão do futuro do trabalho

“As pessoas e os departamentos de IT são cada vez mais estratégicos para o desenvolvimento do negócio”

Pedro Coelho, Managing Director da HP Portugal, explicou a visão da HP sobre o futuro do trabalho

O Belas Clube de Campo, na região de Lisboa, foi o cenário escolhido pela HP para reunir Parceiros e clientes para dar a conhecer a mais recente oferta na área de computação avançada.

A sessão começou com uma visão sobre o futuro do trabalho. Numa altura em que os postos de trabalho e os colaboradores sofrem influência das evidentes tensões geopolíticas e pressões de crescimento económico, a HP tem procurado compreender e ajudar a construir uma ideia do futuro do trabalho.

Pedro Coelho, Managing Director HP Portugal, apresentou algumas das principais conclusões da terceira edição do estudo de mercado da HP – o “Work Relationship Index” – que procura avaliar a relação dos colaboradores com o trabalho e as empresas.

Num momento em que apenas 20% dos trabalhadores do conhecimento inquiridos referem que têm uma relação saudável com o trabalho, Pedro Coelho encontra neste número uma margem manobra para trabalhar e ajudar a mudar o paradigma.

“Há uma tensão latente entre empresas e colaboradores que se reflete neste número: 64% das empresas que inquirimos pretendem priorizar a experiência do negócio em detrimento da experiência dos colaboradores”, revela o Managing Director, apontando para a necessidade de encontrar uma experiência “equilibrada” entre os dois lados.

Pedro Coelho enalteceu o “papel fundamental” que o IT assume dentro das organizações ao adquirir uma dimensão estratégica e exponencial. “As pessoas e os departamentos de IT são tidos cada vez mais como estratégicos para o desenvolvimento do negócio”, reiterou.

Ao mesmo tempo, o estudo reflete que o próprio IT tem “consciência do impacto que pode ter junto do utilizador final”. No entanto, o líder relembrou que o IT, por si só, não tem capacidade de mudança, e que o esforço deve ser conjunto com os diversos setores e lideranças das empresas.

Um dos pilares identificados pela HP para a melhoria da experiência do utilizador e satisfação pessoal passa pela tecnologia. “A HP sempre foi uma empresa preocupada em estabelecer um equilíbrio e uma relação saudável entre as pessoas e o trabalho. É através da tecnologia que, por um lado, conseguimos assegurar o crescimento do negócio e, por outro, conseguimos assegurar a melhor experiência para o utilizador”, afirmou Pedro Coelho, que defendeu: “acreditamos que é através da tecnologia que conseguimos moldar o que é o futuro do trabalho”.

Para isso, a organização pretende proporcionar equipamentos e soluções potenciadas com Inteligência Artificial (IA) para otimizar a experiência do utilizador, complementando com experiências colaborativas e, assim, potenciar a produtividade.

O impacto da IA aliado à alta capacidade computacional

Pedro Fragoso, Business Personal Systems Category Manager, centrou a sua intervenção das soluções avançadas de computação, neste caso as workstations, que se apresentam como uma oferta de alta capacidade computacional.

As soluções apresentadas prometem fiabilidade e escalabilidade e são concebidas para irem ao encontro das necessidades tecnológicas, sobretudo numa era dominada pela IA.

“A IA já não é vista apenas nos Large Language Models (LLM) e nos grandes modelos de fundação. Estamos a caminhar para um mundo híbrido onde estes modelos de IA vão coexistir com modelos locais, mais verticais, ajustados a cada organização, dando garantias de maior segurança, acessibilidade, adaptando-se às vossas funções e necessidades”, frisou Pedro Fragoso.

Neste campo, a linha de ação da HP passa não só por proporcionar a tecnologia e dar a conhecer os produtos e últimas novidades tecnológicas que permitem potenciar estas funcionalidades, mas também “ter um Parceiro de confiança capaz de trabalhar não só a nível de produto, mas também a nível de software, suporte e serviços para criar um ecossistema que seja adequado para o desenvolvimento deste tipo de modelos”.

 

Leia a reportagem completa na edição de novembro do IT Channel

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