2020-5-18

NEGÓCIOS

Intel quer trabalhar com Parceiros para construir computadores neutros em carbono

Intel acredita ter uma “posição única” na indústria de tecnologia e afirma que é importante trabalhar “com os nossos fornecedores e Parceiros” para que o setor possa atingir os objetivos de neutralidade carbónica até 2030

A Intel está a levar as suas ambições de responsabilidade corporativa um passo à frente, desafiando todo o setor a enfrentar os desafios globais, como as mudanças climáticas, nos próximos dez anos. 

Entre as metas de toda a indústria definidas para 2030 pelo fabricante, a criação de PC neutros em carbono é uma delas, que procura solucionar as mudanças climáticas, eliminando a utilização de carbono e água e eliminando o desperdício no design e uso de PC. A informação foi partilhada por Gregory Bryant, vice-presidente executivo e General Manager do Client Computing Group da Intel, numa entrevista à CRN. 

No objetivo da Intel de permitir a computação neutra em carbono, a empresa irá trabalhar em conjunto com Parceiros da cadeia de fornecimento, fabricantes de PC e clientes para “criar PC mais sustentáveis e energeticamente eficientes”, explicou o executivo. Esta estratégia será realizada em parte através da tecnologia de sensores para reduzir o uso de energia e trabalhar com fornecedores de materiais em embalagens recicláveis. 

A empresa também está a trabalhar num roteiro de sustentabilidade que irá impactar uma “variedade de linhas de produtos” e irá envolver o trabalho em arquiteturas mais sustentáveis de longo prazo, “mais eficientes em termos energéticos e sustentáveis em geral”, disse Bryant. 

Gregory Bryant refere que a iniciativa de computação neutra em carbono é o “desafio final a nível de sistema” que não é completamente diferente de outros programas da indústria que a Intel fez, como o Projeto Athena, que visa criar um novo padrão para portáteis ultrafinos em conjunto com os OEM e fornecedores de componentes para criar recursos como baterias de longa duração e a funcionalidade “acordar” em menos de um segundo como norma. 

Embora a iniciativa de computação em carbono em toda a indústria seja nova, Bryant afirmou que se baseia no progresso que a empresa já fez na redução da utilização de água, na reciclagem da maioria dos resíduos não perigosos e na melhoria dos seus processadores e sistemas. 

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