2026-6-19
Bruno Carvalho, Pre-Sales Manager Iberia & UK na Kaspersky, esteve no Channel ON para deixar uma mensagem clara: a NIS2 não avalia intenções, avalia capacidades
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O ponto de partida da apresentação foi o contexto nacional. Portugal já enfrenta ameaças operacionais, tanto em ambientes IT como OT, e a transposição da diretiva não vai esperar que as empresas estejam prontas. “A NIS2 não avalia intenção, avalia capacidade de se ver, de responder e de se manter resiliente durante o processo de um incidente”, afirmou Bruno Carvalho. Um dos argumentos centrais foi a necessidade de convergência IT/OT. Durante anos, as organizações tentaram aplicar modelos tradicionais de segurança de IT em ambientes industriais. O problema é estrutural: as ferramentas de IT não foram concebidas para OT e podem comportar-se de forma imprevisível nesses ambientes, com consequências potencialmente devastadoras. Mas tecnologia não chega. Bruno Carvalho insistiu na dimensão humana do problema: 64% dos incidentes têm origem em erro humano, o phishing continua a liderar os vetores de ataque inicial e a engenharia social impulsionada por IA é já a ameaça mais citada para 2026, segundo dados da ISACA. A resposta da Kaspersky passa por uma abordagem que combina tecnologias industriais certificadas, inteligência de ameaças e um serviço de MDR que permite às organizações aceder às capacidades de um SOC sem ter de construir uma estrutura interna. 22% da base de clientes da empresa já pertence ao setor industrial, o que dá substância à proposta. |
Channel On: Maioria dos Parceiros registam crescimento no volume de vendas no primeiro trimestre