Ana Carolina Cardoso, Channel Director APC by Schneider Electric Iberia em 2020-5-11

NEGÓCIOS

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O Edge Computing como facilitador de experiências digitais

Atualmente, a criação de valor impulsionada pela digitalização está a emergir de diversas formas, influenciando uma gestão mais eficiente dos negócios e, em consequência, trazendo benefícios para as vidas pessoais também

Para poder aproveitar todas as vantagens desta criação de valor, é cada vez mais importante o papel que desempenham as tecnologias quase invisíveis que oferecem certeza e segurança nos bastidores deste mundo conectado.

Este conceito pode ser aplicado, sobretudo, nas empresas que utilizam experiências e processos digitais como parte da sua estratégia de criação de valor, permitindo-lhes tirar partido da tecnologia para melhor enfrentar os seus desafios. O Edge Computing e a IoT são particularmente importantes – de uma forma geral, permitem um melhor controlo e visibilidade dos processos, garantindo ao mesmo tempo a gestão fácil de uma grande quantidade de dados, levando ao aumento da produtividade e, consequentemente, dos lucros e do crescimento.

Todos os casos de aplicação do Edge que encontramos – e são centenas a cada ano, seja na indústria de produção ou nos setores financeiro, do retalho ou de cuidados de saúde – devem-se a necessidades diferentes, mas têm um denominador comum: uma explosão do valor do negócio graças à inovação, quer envolva Inteligência Artificial, IoT, sensores ou qualquer outra nova tecnologia.

Por outro lado, o processo de criação de valor está diretamente interligado com o desenvolvimento de experiências. Quando desejam lançar um novo produto ou serviço, as empresas enfrentam um desafio crítico: que este traga valor suficiente para os futuros compradores, de forma a que estes considerem pagar o suficiente para poder, no mínimo, compensar os custos de produção, entrega e marketing. Ao longo do tempo, e sobretudo mais recentemente, a tecnologia tornou-se também essencial para esta proposta de valor – vejamos, por exemplo, os serviços de streaming, como a Netflix, que explodiram nos últimos anos por se destacarem da concorrência mais tradicional: o seu valor de negócio está no facto de oferecerem aos seus clientes acesso instantâneo, e quase ilimitado, a conteúdo do seu agrado, de que podem desfrutar quando e onde quiserem. Ao mesmo tempo, reduziram drasticamente o custo da oferta destes serviços.

Mas mesmo as empresas que não são tradicionalmente digitais estão a adaptar-se rapidamente a este processo: vejamos a Dunkin’, grande cadeia de lojas de doughnuts e café, cujo desafio recente era facilitar aos clientes a rotina quotidiana do café matinal. Com o seu negócio pensado especificamente para pessoas com pouco tempo, imaginaram o conceito “Dunkin’ on the go”, criando uma aplicação que permite aos clientes fazer o pedido e pagar antecipadamente, sendo que apenas têm que se dirigir aos estabelecimentos para o recolher, evitando esperar em filas. A tecnologia digital foi utilizada para aumentar o seu valor de serviço.

Criação de valor para os Parceiros de IT

Um estudo recente que realizámos em conjunto com a Canalys revelou que, entre os Parceiros respondentes: 91% considera muito importante a proteção do acesso em sites distribuídos para utilizadores não-autorizados; 85% considera importante possuir a capacidade de monitorizar e gerir as instalações de IT dos seus clientes de forma remota; e, por outro lado, 86% considera muito importante desenvolver, junto dos seus clientes, uma solução de IT que seja consistente para toda a organização.

Neste sentido, o conceito de criação de valor através de serviços digitais assentes no Edge pode representar uma grande oportunidade para os Parceiros de IT, que dessa forma podem adicionar valor acrescentado para os seus clientes, pois podem apoiá-los com uma solução completa, standard, confiável, redundante e passível de monitorização e serviço remotos.

O valor de negócio para os Parceiros de IT traduz-se, então, em três oportunidades distintas e correlacionadas: a de conseguir uma fonte de faturação adicional, com as vendas deste tipo de solução completa; a da diferenciação pela venda de uma solução, e não apenas de um hardware; e finalmente a da rentabilidade, pois adiciona à carteira de ofertas estas opções de Edge Computing Software e Serviços, apoiando os seus clientes a gerir as suas infraestruturas de forma remota.

A necessidade de contar com um sistema sólido e fiável

Apesar de todos os benefícios que este tipo de soluções trazem às empresas, as ameaças do tempo de inatividade e da vulnerabilidade do sistema de segurança permanecem muito reais e continuam a ser um problema para as empresas que digitalizam as suas operações.

Um estudo recente do Uptime Institute demonstrou que as falhas de energia causam 33% do tempo total de paragem de atividade; por outro lado, um inquérito da IDC concluiu que 17% dos data centers sofrem falhas de segurança física que ameaçam a proteção dos dados que contêm. A combinação destas estatísticas explica por que clientes procuram, cada vez mais, a proteção das suas infraestruturas de Edge Computing, que pode ser resolvida com soluções tão simples quanto os Micro Data Centers e a monitorização remota dos ativos em Edge.

Em suma, o valor de negócio que as empresas obtêm quando implementam novas tecnologias e serviços digitais no Edge é imenso, mas apenas se concretiza se os sistemas que suportam o processo nos “bastidores” forem fiáveis e conectados. A dependência coletiva nos dados que observamos nos dias de hoje implica a necessidade de implementar um sistema inteligente, superior e dinâmico que os mantenha em segurança, e que esteja disponível quando e onde os clientes necessitarem dele. A promessa da APC by Schneider Electric, com o seu conceito “Certainty in a Connected World” é precisamente esta: certeza, conectividade, fiabilidade e confiança em todos os momentos para os nossos parceiros e clientes.

 

Conteúdo co-produzido pela MediaNext e pela APC by Schneider Electric

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